segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Personagens do infinito

Grivus, o aventureiro:

Um passo em falso...
Sobem os tridentes,
se atiram as armas,
explode o fogo,
e tudo acabou...

Acabou?
E se acabar?
E quando acabar?
O que será feito?

Me diga você, o que irá fazer.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Personagens do infinito

Kyan:
Eu não sei... Só sei que me sinto meio triste, mas principalmente aprisionado, quero muito superar isso. Quero muito você do meu lado e além de tudo, não voltar a um tempo em que vivia sem isso, mas viver um tempo em que eu saiba lidar com isso e com mais forças para lidar com qualquer coisa que venha a me, ou a nos desafiar. Quero melhorar, para me tornar uma pessoa melhor, e me tornar uma pessoa melhor, para ajudar a todos melhorarem também.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Saudade
Saudade de você
Saudade de andar com você
Conversar com você
E beijar você.

Saudade sem medida,
saudade sentida
por um coração
que sente a falta
da amada querida.

Os céus de dia devem sentir falta das estrelas,
da lua e do bonito luar.
De noite são outros, como se novos jovens tomassem o lugar dos outros jovens
E a cada dia, os jovens se renovam, anseiam por alcançar seus sonhos;
devem sentir falta de algo que os façam sentir satisfeitos com o que tem...

Já a minha falta, não é tão grande.
Às vezes até pode ser,
mas seria egoísmo igualá-la à dos céus.
Porque comigo, céus,
tenho a presença de algo que é inexplicável.
Simplesmente entendam;
Que eu amo
E sou amado.

terça-feira, 31 de maio de 2011

Era um típico dia de verão, mas ela não estava acostumada. Por onde andara por todo esse tempo? Como perdeu tanto tempo em lugares banais com pessoas banais? Mas agora não importava mais, estava de volta. Estava em casa. Depois de todo esse tempo. Casa? Era a mesma casa, o mesmo endereço, a mesma esquina onde deu o primeiro beijo. Sim, era a mesma casa, sem duvidas. Ela nunca esqueceria aquelas paredes amarelas, apesar de já desbotadas. Mas ainda falta algo.
Ela entrou. Os mesmos moveis velhos, os mesmos livros, agora empoeirados, as mesmas estantes. Olhou ao redor. Ainda faltava algo. Começou a procurar desesperadamente algum sinal qualquer que mostrasse o que faltava. Algum sinal de arrombamento, talvez, alguma mudança recente, algo que ocorreu nesses seis anos que passou fora. Então ela viu uma sombra no chão, embaixo de uma das estantes. Abaixou e o pegou. Era uma velha foto, de seus 15 anos. Olhou seu rosto na foto; era tão novo, tão sorridente. Tão diferente de como estava agora. E do lado Del, havia o sorriso mais belo que já conheceu. Então percebeu o que faltava. Não era algum objeto, era esse sorriso. Ela se esquecera de como eram encantadores aqueles lábios. Era isso que faltava.
Um dia eu olhei para o alto, nunca pensei que viria algo assim, mas acabei o encontrando...
Era extraordinário, eu podia sentir as nuvens ao meu lado e o azul me engolir como uma minúscula molécula de oxigênio sendo envolvida por água.
Era como voar, sentir a terra, ver de perto os picos de altas montanhas e o vento bater no corpo como uma leve seda se arrastando por cada pequeno pedaço de mim.
Ver o rio desaguar no mar; borboletas, gaivotas, pelicanos, tudo voava! E tudo uma hora pousava para depois alçar voo novamente.
O horizonte era branco, azul, cinza, marrom e verde, não parecia nunca ter fim e eu podia ouvir uma folha ou outra acomodar-se no chão suavemente.
As vozes ao meu redor se tornaram apenas um som e minha atenção estava lá, dispersa e compenetrada naquilo que fazia minha imaginação alçar voo, meu corpo parecia tão leve que eu quase podia sentir meus pés levantando do chão. O Sol estava brilhante, o clima quente e eu estava muito feliz.
Depois de tantas vezes olhar para cima e não ver nada, eu finalmente vi, o céu.

domingo, 8 de maio de 2011

Estou mais irritada, mais instável, mais impaciente, mais inconformada, mais desesperada, mais cansada, mais destruída, mais desanimada, mais triste, mais perdida, mais confusa... Eu estou cada vez mais não eu.
(Acho que o vestibular faz isso com a gente).

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Desenhos


Desenhos são como pura expectativa, são como a vontade de que algo aconteça enquanto está tudo borbulhando prestes a explodir, enquanto nada sai do papel. Pena que eles vão permanecer eternamente na beira desse abismo, morrer nessa angústia do não viver. Ainda bem que poderemos ferver ao máximo e congelar tudo de volta. Ainda bem que poderemos saber o que acontece depois que acaba o papel.

sábado, 26 de março de 2011

Continuação 1

Ele estava caçando tranquilamente na manhã de mais um dia rotineiro, arco no ombro, flechas de penas negras na aljavra e um pequeno punhal na cintura por baixo da túnica verde. Olhava as trilhas deixadas na relva recém pisada com destreza, ouvia o barulho de cada criatura que ousava se aproximar, sentia os aromas espalhados na leve briza que bagunçava seus cabelos, até tocava certos galhos pelo caminho. Quando ouviu passos de cervo próximo a ele na floresta, parou. Prontamente pegou uma de suas flechas e encaixou no arco, seus músculos bem treinados o retesaram com facilidade, logo se percebia que o rapaz praticava desde a infância. O animal apareceu entre a vegetação, foi o tempo suficiente para que o instinto de caçador prevalecesse, a arma em riste mal teve tempo de se acostumar com o seu lugar e saiu rasgando o ar, direto no alvo.
A caçada do dia começara bem. Tão bem que logo poderia voltar para casa.
Um barulho o acordou de seus pensamentos gloriosos aguçando sua curiosidade , alguém caminhava próximo a ele por trás das grandes árvores e acidentalmente quebrara um galho sob os pés. Com muita cautela foi se aproximando lentamente, se esforçando para não afastar-se, o que ficou muito difícil dado a fato de que o estranho se movimentava silenciosamente e com muita destreza. Depois de algum tempo alimentando sua imaginação, parou, pois a sua companhia parara também. Logo se viu tentado a chegar mais perto e, se aproveitando da situação vantajosa, enfiou-se por trás de uma moita para observar. A flecha estava no arco novamente, só aguardando a hora em que o alvo entraria em seu campo de visão. Quando aconteceu, ficou estático, abaixou inconscientemente a arma e observou longamente. Aquela era a mulher mais linda que ele já vira.
Ela tinha longos cabelos ruivos que usava presos em uma trança grossa que caía por seu ombro esquerdo e pele muito branca com pequenas sardas espalhadas. Não dava para ver seus lindos olhos de esmeraldas e sua bela postura real, pois dormia profundamente encostada numa árvore, mas para ele a moça parecia-lhe perfeita. E estava certo, como mais tarde iria descobrir. Sua altura combinava com a dele, seus corpos se encaixavam magicamente, seu sorriso o encantava, sua voz era pura melodia, seus olhares diziam o que seus lábios não ousavam falar... Tudo nela era um sonho.

terça-feira, 8 de março de 2011

E vou

mandar a real,
amo vocês,
bebes.














Ok, não é o que esperavam, mas, porra, é isso! Além do mais, eu to com sono e acordo daqui a pouco.
#medeumacarona

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Ainda sem título e sem continuação

De acordo com sua treinada percepção, ela já caminhava a longas horas. O sol, agora, já estava à pino e fazia com que o suor escorresse pelas costas da mulher, molhando todo o seu vestido de viagem que sua dama de companhia havia costurado. Após fazer alguns cálculos mentais, chegou a conclusão que o vilarejo estava próximo e que, até o crepúsculo, conseguiria alcançar a ponte que marcava a divisa do território. Seus pés já incomodavam bastante, seu estômago roncava pedindo comida e sua boca estava tão seca quanto as folhas no chão em que pisava. Resolveu, então, fazer uma pausa em sua jornada, a única que era permitida dada a situação.
Parou na primeira clareira que achou no caminho, não queria se desviar. Era um lugar bonito e tranquilo, se não estivesse com tanta pressa poderia ter até admirado o local por mais de alguns instantes e não perderia a beleza de algumas das flores que se encontravam ali. Sentou-se entre as raízes de uma árvore enorme e começou a remexer na bolsa de couro que carregava. De lá tirou pão, queijo e dois odres. Bebeu primeiro do odre que continha vinho, enquanto comia o pão e dava mordidas no queijo, no fim de tudo bebeu a água para matar a sede. Embrulhou o que sobrou da comida e fechou os odres, tornando a mexer na bolsa para guardar tudo lá dentro, não comeu e bebeu tudo que tinha, sempre vale a pena se prevenir.
De repente sentiu um sono terrível e não teve nem forças para resistir a ele, infelizmente. Nem um músculo do seu corpo reagiu as tentativas desesperadas do cérebro de fazê-la levantar e seguir em frente. Recostou-se na árvore e dormiu.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Pra você.

Mesmo com o Sol com sua luz no céu, eu quero você ilumine sempre minha vida. E durante a noite, mesmo que eu não esteja vendo a lua, sei que você estará lá iluminando minhas noites também. : )

História

O cara então sente correr uma lágrima pela maçã do rosto enquanto sorri olhando para o lado...

E então na década de 90 nasceu o tal cara... Teve uma infância boa porém por motivos alheios à sua vontade, mal consegue lembrar de quando era mais novo.
Fez amigos de verdade, amigos do peito, amigos de ombro, amigos de qualquer jeito.
Em certo momento de sua vida, mudou o local de comum convivência para um edifício antigo, muito estranho a primeira vista, mas o achou muito bonito.
Entrou lá, começou com algumas pequenas simpatias, porém não chegava à boas companhias no tal edifício, por acaso até hoje tem uma, dessas antigas, mas de resto, nada prestava.
O tal cara, se tornou uma pessoa quase deprimida, não conseguia chegar direito aos seus sentimentos e a cada semana que passa desconfiava mais do mundo inteiro a sua volta.
De vez em quando encontrava os tais amigos do peito, que primeiramente moravam perto, mas como a maior parte do tempo era passada no tal edifício, se viam poucas vezes durante os mêses que se passavam, e além de tudo, depois de certo tempo, se mudou para longe dos amigos.
Seu coração ainda era bom, mas parecia ser todo repintado depois do que foi passando.
Até que certo ponto de sua estrada, bateu com uma garota de olhos castanhos, cabelo escuro e pele muito clara.
Ele a viu chorar, então foi no mesmo momento procurar saber o que era, afinal, ninguém merece derrubar suas lágrimas, principalmente naquele edifício na mesa fria de madeira.
A tal garota antes parecia ser boba, rindo à toa ao vento, mas era e é muito especial e o tal cara ainda está para descobrir.
Ele sempre a consolava, pois a vida é mais bela do que parece, na importa a quais olhos.
Então dado certo tempo, a garota já não chorava mais, já estava mais alegre e o os depois acabaram por ficar amigos.
O cara começou a sentir atração não só física pela garota, já que eram amigos.
Ela também, porém o cara achou que talvez não fosse nada de muita importância e não queria pessoas machucadas no final das contas, então esperou.
Em certo dia, o cara decidiu tomar uma posição quanto a situação, pois o sentimento em seu peito era mais que forte, e ele nunca imaginaria no que ele se tornaria mais tarde e ainda parece estar para descobrir muitas coisas, boas.
Os dois então estavam juntos, caminhando na mesma estrada, e o cara... Ah, o cara nunca mais foi o mesmo.
Seu coração que parecia estar no ártico rodeado de paredes de concreto agora é mole como uma jujuba e doce como tal, e vive irradiando o maravilhoso amor que está lá.
A garota está feliz, sempre sorridente como sempre deve estar, e espero eu, que esteja cada vez mais feliz com o tal cara.
Eu sinceramente não sei muito do que mudou na garota, mas o cara, praticamente mudou da água pra pepsi.
E então, os dois caminhandos juntos na estrada, param na beira de uma lagoa, sentam em um bando de madeira, o cara olha pro lado e sente escorrer uma bonita lágrima de felicidade pelo rosto, sorrindo como todos do mundo deveriam sorrir algum dia, e ela mais que todos...

Jornadas

A cada segundo, a cada momento, começa uma nova jornada da sua vida. Viver é tomar escolhas e não se arrepender(concorde ou não, não acho que sou Deus para ter certeza de tudo ahuhuaahu). Aproveite cada momento como único, porque são. Nada volta no tempo e nada acontece duas vezes exatamente igual. Então, um dia, se você se sentir como se quisesse fazer alguma coisa melhor, melhorar alguma atitude sua, melhore agora. Não há melhor momento para certas coisas, do que o agora.
Queria ter a incrivel capacidade criativa de Deus. Veja só: criou o mundo inteiro, do nada, em sete dias!

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

A borboleta

Era uma borboleta. Não dessas pequenas e pouco coloridas que nós vemos por aí e que deve ter passado pela sua cabeça agora. Não me leve a mal por falar assim, de forma tão irrelevante, dessas criaturinhas que habitam nosso mundo e enchem os olhos ingênuos de alegria com suas cores (que são muitas e maravilhosas para esses mesmos olhos), você entenderia o que eu estou querendo dizer se já houvesse visto, mesmo que por um breve instante, a felicidade na forma da mais bela criatura. Era uma verdadeira borboleta, daquelas que só encontramos no mundo mágico dos sonhos, naquelas brilhantes horas em que a alma pode ser livre e viajar para onde quiser. Ela era enorme! E mesmo assim, não chegava a ser uma das maiores. Era principalmente rosa, um rosa que poucos já puderam contemplar em suas breves existências, como quando o sol tem a intenção de se pôr. Tinha detalhes com muitas tonalidades diferentes nos curiosos padrões que se repetiam sobre as asas, seu corpo era completamente preto e aveludado. Duas coisas eram curiosas naquela borboleta: ela possuía dedos e unhas! (Coisa que eu pude observar dado seu tamanho). E havia algo na parte de baixo das asas, a que fica virada para o corpo e não a que fica para o céu, é bom esclarecer, que lembrava um tapete de mini penas quase transparentes, cobrindo toda a superfície, uma bem perto da outra de forma a ficarem todas em pé, alinhadas. Sobre a mágica daquele momento eu me abstenho de escrever-lhe por falta de palavras que alcancem o íntimo dos sentimentos envolvidos na dança sem fim que executava a borboleta. Fica, então, apenas meu desejo de que um dia você possa desfrutar dessa mais pura felicidade.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Com gostinho de infância


"Olha! Lá no céu, olha! Está vendo aquele balão? Aquele mesmo, com todas as cores bonitas do mundo. Ele tá subindo, subindo... Para onde será que ele vai? E continua subindo, subindo... Até as nuvens fofas e branquinhas bem lá em cima! Tá vendo Nana? O balão é lindo, não é? Você gosta do balão? Ele está indo se encontrar com todos os bichinhos na festa que vai ter lá no alto, nas nuvens... A festa vai ser tão legal, Nana... Vão todos os passarinhos... Rápido, rápido! Olha os passarinhos passando! E subindo, subindo... Estão indo todos atrás do balão... Os que não voam vão também, claro! Não se preocupe querida, estão todos os bichinhos dentro da cesta do balão colorido, ele pode carregar tudo que você imaginar..."
E a sobrinha dorme olhando para o céu azul e infinito imaginando todos os bichos do mundo dentro de uma cesta de balão indo para uma festa no céu.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Voltando!!

Caraca maluco!
Não posso ficar um tempinho desaparecido q todo mundo para de postar nessa joça... Mas vamos agitar essa parada aê, tô muito elétrico c as minhas férias e com tudo q rolou/tá rolando nela e preciso contar p vcs (q na verdade não existem pq ninguém lê esse blog...).

Então simbora!
(Espero q esse alô anime o pessoal...)